Desaparecimento Misterioso e Confissão Chocante
Já se passaram quase 18 meses desde que a angústia tomou conta da família de Jéssica Fernanda Rizzo, que desapareceu em agosto de 2024 em Jaboticabal, interior de São Paulo. A situação se tornou ainda mais desesperadora em dezembro de 2025, quando um caseiro de 48 anos, identificado como Milton Gonçalves Filho, confessou ter matado a mulher, afirmando ter enterrado seu corpo em uma fazenda. No entanto, até o momento, as autoridades não conseguiram localizar os restos mortais.
O desaparecimento de Jéssica deixou um vazio enorme em sua família, que agora convive com a incerteza e o sofrimento. A prima, Ana Carolina dos Santos, expressou a dor da família: “É angustiante. A única coisa que a gente queria agora é que eles resolvessem isso”. O clamor por respostas é intenso, e a falta de informações sobre o paradeiro de Jéssica só aumenta o desespero da família.
Confissão sem Evidências
Milton Gonçalves Filho, que também confessou o assassinato de sua companheira Sabrina de Almeida Lima e dos filhos dela, afirmou à Polícia Civil que presenteou seu filho, Leonardo Gonçalves, de 21 anos, com um carro como forma de recompensa por ajudá-lo a enterrar Jéssica, que teria sido morta com uma marreta. Ele justificou essa ação, alegando estar cansado do relacionamento que mantinha com a vítima.
Após a confissão, Milton e seu filho foram presos preventivamente, mas o caso de Jéssica permanece sem solução. A Polícia Civil investiga se o caseiro está envolvido em outros crimes na região, o que poderia trazer novas informações sobre o caso.
Buscas sem Resultado
Desde que a família denunciou o desaparecimento de Jéssica, as autoridades realizaram várias buscas na fazenda indicada por Milton, mas até agora não encontraram nenhuma pista concreta. Esta semana, os parentes tentaram novamente acessar a propriedade, mas sem sucesso, em mais uma tentativa de obter respostas sobre o que aconteceu com a mulher de 33 anos.
O tio de Jéssica, Valdomiro Rizzo, guarda municipal, comentou sobre a confissão do caseiro: “Agora ficou mais complicado ainda, pode ter mais gente nessa fazenda. O que a família precisa é de uma resposta, porque até então a gente nem sabe se ela está aqui, se é verdade, se é mentira, onde está a verdade”.
Angústia da Espera
Ana Carolina, prima de Jéssica, lamentou a falta de informações por parte das autoridades. A espera se torna insuportável, e ela clama por mais agilidade nas investigações e diligências. “Vai ter que trazer os cachorros [farejadores]? Traz os cachorros. Vai ter que trazer o Milton? Traga o Milton, para a gente poder acabar logo com isso e poder enterrar a Jéssica e acabar com essa história. (…) Não sabemos se vai demorar um mês para eles acharem, e quanto mais demora, maior é a angústia da espera”, afirmou.
A luta da família de Jéssica Rizzo por respostas continua, em um cenário de incertezas que só aumenta a dor pelo desaparecimento da mulher. As autoridades têm o desafio de solucionar este caso angustiante, enquanto os familiares, desesperados, anseiam por um fechamento e pela oportunidade de dar um último adeus.

