Um Espaço de Cultura e Acessibilidade
O Museu da Inclusão, criado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), é uma opção imperdível de passeio cultural gratuito em São Paulo. Situado dentro do Memorial da América Latina, na Barra Funda, o museu preserva e celebra a história e a luta das pessoas com deficiência, oferecendo exposições interativas, experiências sensoriais e conteúdos que promovem a inclusão e os direitos humanos.
Estrutura Acessível e Pioneirismo Digital
Desde a sua concepção, o Museu da Inclusão foi projetado para garantir acessibilidade plena. O espaço conta com piso tátil, rampas adequadas, recursos em Libras, audiodescrição, legendas e materiais multissensoriais. Além disso, o museu se destaca como o primeiro do Brasil a receber o Selo de Acessibilidade Digital em seu portal online, evidenciando seu papel como uma referência em acessibilidade no ambiente digital.
Exposição “CPB 30 Anos — O Brasil que Inspira o Mundo”
Durante as férias, a programação do museu destaca a exposição “CPB 30 Anos — O Brasil que Inspira o Mundo”, inaugurada em 17 de novembro de 2025. A mostra é uma homenagem aos 30 anos do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e apresenta a evolução do paradesporto no país, além dos esforços institucionais e das políticas públicas que transformaram o Brasil em uma potência nas Paralimpíadas.
A exposição é composta por mais de 50 peças históricas, incluindo a tocha paralímpica, medalhas icônicas, mascotes dos Jogos de 2016, uniformes, fotografias e documentos originais. Com linhas do tempo interativas, os visitantes podem acompanhar os feitos notáveis do Comitê e a trajetória do Brasil nos Jogos Paralímpicos, que culminou na inédita 5ª colocação nas Paralimpíadas de Paris 2024, destacando os atletas do Time São Paulo Paralímpico, responsáveis por 40% das medalhas brasileiras.
Histórias Inspiradoras de Atletas Paralímpicos
O Museu da Inclusão também é um espaço que narra as histórias impactantes de atletas que deixaram sua marca no esporte paralímpico, como Sabrina Custódia, Mariana D’Andrea, Jerusa Geber, Beth Gomes, Maciel Santos e Harlley Arruda. Essas trajetórias inspiradoras demonstram como oportunidades, dedicação e políticas públicas eficazes podem transformar vidas.
“Celebrar os 30 anos do CPB é reconhecer o quanto o esporte paralímpico mudou a história das pessoas com deficiência no Brasil. Cada medalha, cada recorde quebrado e cada nova participação internacional refletem não apenas talento, mas também políticas públicas sólidas e um compromisso coletivo com a inclusão. Esta exposição convida a sociedade a ver de perto o que acontece quando oportunidade, dedicação e acessibilidade se unem”, afirma Marcos da Costa, secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

