Velório aberto ao público em São Paulo
O corpo do ator João Signorelli, que faleceu na última terça-feira (21), aos 70 anos, será velado neste sábado (25) em São Paulo. A despedida será realizada na Funeral House Pacaembu, Sala Memórias, localizada na Zona Oeste da capital paulista, das 10h às 16h. A cerimônia será aberta à população, permitindo que fãs e admiradores prestem suas últimas homenagens.
Cremação e agradecimentos da família
Após o velório público, o corpo de Signorelli será cremado em uma cerimônia restrita aos familiares e amigos mais próximos. Em nota oficial, os parentes do ator expressaram gratidão pelas manifestações de carinho, solidariedade e respeito recebidas durante o período de luto.
Trajetória e legado artístico
João Signorelli nasceu em 1955, na cidade de Cambuquira, Sul de Minas Gerais. Sua estreia na televisão aconteceu em 1974 na novela “Supermanoela”, onde interpretou Nando, um jovem despreocupado e gastador. Ao longo de sua carreira que se estendeu por cinco décadas, participou de diversas novelas de destaque, como “A gata comeu” (1985), “Que rei sou eu?” (1989), “O dono do mundo” (1991) e “Salve Jorge” (2012). Trabalhou em grandes redes como Globo, SBT, Tupi e Band, e seu último papel na TV foi na Record, interpretando o Homem do Saco no seriado “Terrores urbanos” em 2018.
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Atuação no teatro e cinema
No teatro, Signorelli deu vida a personalidades marcantes da história, incluindo Mahatma Gandhi, Fernando Pessoa e Chico Xavier. No cinema, participou de produções relevantes como “Boca de ouro” (1990) e “Bruna Surfistinha” (2012). O ator também deixou um trabalho póstumo: o filme “A grande Viagem”, com estreia prevista para outubro de 2026, no qual interpretou o médium Chico Xavier. A obra é inspirada na psicografia “Mensagem do Pequeno Morto”.
Causas da morte e último período
João Signorelli morreu em São Paulo, vítima de edema pulmonar seguido de parada cardíaca. Nos dias anteriores, ele havia sido internado no Hospital das Clínicas para uma cirurgia de hérnia inguinal. Sua partida deixou uma lacuna no cenário artístico brasileiro, especialmente entre aqueles que acompanharam sua versatilidade em televisão, teatro e cinema.

