Demissão de Rui Costa gera custo elevado para São Paulo
Em meio a uma séria crise financeira, o São Paulo terá que desembolsar mais de R$ 1 milhão em multa referente à demissão de Rui Costa. O presidente Harry Massis confirmou a saída do último executivo importante remanescente do Morumbi desde a gestão de Julio Casares. Nomes como Marcio Carlomagno, Eduardo Toni e José Eduardo Martins já haviam deixado o clube anteriormente.
O acordo entre Rui Costa e o São Paulo previa o pagamento integral dos salários até o fim do contrato em caso de demissão. O executivo recebia R$ 190 mil por mês e tinha vínculo até dezembro. Com o pagamento do terço final de junho, o Tricolor deverá arcar com aproximadamente R$ 1,2 milhão no total.
Contexto financeiro e buscas por substituto
O clube tem evitado contratações que envolvam a aquisição dos direitos econômicos dos jogadores, buscando controlar os gastos. Mesmo assim, o orçamento do departamento de futebol ultrapassa o limite previsto para a temporada atual.
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Rui Costa estava no São Paulo há mais de cinco anos e enfrentou desgaste em 2026 após demitir Hernán Crespo e contratar Roger Machado, que ficou apenas dois meses no comando antes de ser dispensado. A chegada de Dorival Júnior não conseguiu melhorar o ambiente, e aliados de Massis pressionaram para a saída do executivo.
O Tricolor já iniciou a procura por um substituto para Rui Costa, mas a saída de Rafinha, recém-contratado como gerente de futebol, foi descartada.
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Trajetória de Rui Costa no futebol
Antes do São Paulo, onde conquistou o Campeonato Paulista, a Copa do Brasil e a Supercopa, Rui Costa trabalhou por um longo período no Grêmio e teve passagem breve pelo Atlético-MG.

