A Importância da austeridade na gestão pública
O economista Paulo Rabello de Castro, em sua passagem por Cuiabá, fez uma defesa contundente da Política de austeridade e equilíbrio fiscal, propondo que o próximo presidente do Brasil siga o modelo de sucesso implementado pelo ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) em Mato Grosso. Rabello participou do “Seminário Cuiabá 2040: Planejando o Futuro da Capital”, promovido pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) local. Ele é conhecido por sua visão liberal na economia e por ter ocupado cargos de destaque, como a presidência do IBGE e do BNDES.
Em entrevista ao MidiaNews, Rabello enfatizou que o cuidado com as finanças públicas e a redução de despesas desnecessárias são princípios essenciais tanto para o setor privado quanto para a administração pública. “Um gestor público não pode errar no atacado. E o Mauro Mendes agiu corretamente. Ele me confidenciou a estratégia bem-sucedida, que é uma recomendação válida para o próximo governante do Brasil. A negociação com o Congresso Nacional deve começar desde o início”, explicou.
Leia também: Olímpia Inova com Descarte Legal de Documentos: Um Marco na Gestão Pública
Leia também: Austeridade e Políticas Sociais: Um Debate Essencial na Economia Brasileira
A Atenção Necessária ao Interesse Público
Rabello ressaltou a importância de que os eleitores estejam atentos a quem realmente defende os interesses coletivos. “Governar Mato Grosso é uma responsabilidade que não pode ser vista como um negócio pessoal. Temos que trabalhar para o bem-estar da população”, enfatizou. Essa declaração ocorre em um momento em que a gestão do presidente Lula (PT) é alvo de críticas por sua falta de controle fiscal e cortes de gastos.
Leia também: No Lide, Mauro Mendes cita “colapso iminente” e cobra eficiência do estado
Fonte: gpsbrasilia.com.br
Leia também: BB Governo Digital: Revolução na Gestão Pública com Tecnologia e Sustentabilidade
Fonte: bahnoticias.com.br
Em sua análise, o economista não poupou críticas a Lula e ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), descrevendo-os como “aprendizes” na política. Ele também destacou a necessidade de um empenho dos líderes políticos e empresariais para que Cuiabá se firme como a “capital cultural do Centro-Oeste”, além de sugerir que as indústrias locais liderem iniciativas de tecnologia e conhecimento para capacitar os jovens.

